NEGÓCIOS

Elon Musk chega aos US$ 600 bilhões em patrimônio

Elon Musk acaba de fazer história de novo — e dessa vez não foi com foguete, carro elétrico ou robô humanoide.

Nesta segunda-feira (15), o bilionário se tornou a primeira pessoa do planeta a atingir um patrimônio líquido de US$ 600 bilhões, segundo a Forbes. Em reais? Algo em torno de R$ 3,2 trilhões. Dá pra comprar uns países pequenos.

O empurrão decisivo veio da SpaceX, que deve abrir capital em breve com um valuation estimado em US$ 800 bilhões. Sim, uma empresa privada de foguetes valendo mais que muita economia nacional.

SpaceX virou impressora de dinheiro

Musk tem cerca de 42% da SpaceX. Se o IPO realmente sair nesse valuation, só essa fatia adiciona cerca de US$ 168 bilhões à fortuna dele, levando o patrimônio estimado para algo próximo de US$ 677 bilhões.

Ou seja: enquanto você reclama do preço do café, o Musk acorda mais rico do que ontem — literalmente.

Tesla tropeça, mas ainda ajuda

Mesmo com queda nas vendas, a Tesla segue sendo um pilar da fortuna do bilionário.

Musk tem aproximadamente 12% da empresa, e as ações da montadora elétrica subiram 13% no ano. Só nesta segunda-feira, os papéis avançaram quase 4%, depois que Musk revelou que a empresa está testando robotáxis sem supervisão humana.

Traduzindo: sem ninguém no banco do passageiro pronto pra frear o caos.

xAI: a aposta bilionária em inteligência artificial

Como se não bastasse foguete e carro, Musk também está pesado na IA.

Sua startup xAI está em negociações para levantar US$ 15 bilhões, com valuation estimado em US$ 230 bilhões. Se fechar, é mais uma peça no quebra-cabeça que transforma Musk não só em empresário, mas em infraestrutura do futuro.

O maior salário corporativo da história

Em novembro, os acionistas da Tesla aprovaram um pacote de remuneração de US$ 1 trilhão para Musk — o maior já registrado na história corporativa.

O argumento? Os investidores compraram a ideia de que a Tesla não é só uma montadora, mas uma empresa de IA, robótica e automação em larga escala.

Se vai dar certo? O mercado acredita que sim. E paga caro por isso.

Via: Infomoney